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Igarapé-Miri: mortes custavam até R$ 5 mil, diz promotoria

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divulgação


As execuções eram pagas e custavam entre dois e cinco mil reais', afirmou ao ORM News o promotor de justiça Nelson Medrado, do Ministério Público Estadual, que investiga a existência de um grupo de extermínio em Igarapé-Miri, nordeste paraense, cujo prefeito da cidade, Ailson Santa Maria do Amaral, é acusado de comandar. A revelação foi feita nesta quinta-feira (18), três dias depois da prisão do prefeito, do secretário de obras Ruzol Gonçalves e seus dois filhos, além de outras seis pessoas - incluindo quatro policiais militares - acusados de integrar o grupo. Outros dois integrantes, que têm mandado de prisão expedido pela justiça, ainda estão sendo procurados. De acordo com o Ministério Público, eles também seriam policiais militares ou ex-policiais. O prefeito também é acusado de outros crimes. Ele teria deixado de pagar mais de R$ 800 mil à empresa que fornecia medicamentos e equipamentos médicos ao órgão público. De acordo com as investigações do Ministério Público, o grupo fo
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Fonte: ORM

Data: 18/09/2014 14:38


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